Ciclismo: Está definido o traçado final da Volta a Portugal especial

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A edição de 2020 da Volta a Portugal em bicicleta começa em Fafe, a 27 de setembro, e termina em Lisboa, no dia 5 de outubro. Entre a “sala de visitas do Minho” e a capital do país, o pelotão vai percorrer 1183,9 quilómetros, distribuídos por um prólogo e oito etapas.
A quinta etapa da corrida, no dia 2 de outubro, vai fazer a ligação entre Oliveira do Hospital e Águeda, levando o pelotão, constituído por 10 equipas nacionais e cinco internacionais, a passar por vários concelhos da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC): ArganilGóisOliveira do HospitalPenacovaMealhada e Mira.
“Vamos ter uma Volta a Portugal adaptada às circunstâncias extraordinárias que vivemos. O objetivo é honrar a história desportiva e o conceito do evento”, esclareceu, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Delmino Pereira, presidente da entidade organizadora da prova, a União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo (UVP/FPC).
A segurança, devido à covid-19, é uma das preocupações. “Temos um compromisso sanitário a cumprir. Vamos impor ao público um plano educativo, com maior ênfase nas partidas e nas chegadas”, garantiu o dirigente.
“As pessoas devem ser conscientes e adotar comportamentos adequados para a proteção coletiva”, apelou.

Oliveira do Hospital volta a receber o pelotão
Tal como em 2019, Oliveira do Hospital, que é um município habituado a acolher a Volta a Portugal, recebe novamente o pelotão da corrida portuguesa.
“Neste ano difícil, achámos que devíamos dar o nosso contributo, respeitando as regras da DGS; nós participamos porque este é um evento importante”, enalteceu o autarca de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino.
O presidente da CIM-RC destacou o empenho dos vários municípios para receber a corrida e revelou que a Figueira da Foz não quis receber a chegada da 5.ª etapa. “É uma prova importante para a CIM-RC e há um empenho de todos os municípios, porque acaba por ser um evento que promove os vários concelhos. A Figueira da Foz poderia ter recebido o final da etapa, mas não quis”, disse José Carlos Alexandrino.

fonte:diario das beiras