Coimbra aprova projeto de execução da Linha do Hospital do Metrobus

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O município de Coimbra aprovou hoje o projeto de execução da Linha do Hospital, que vai ligar em ‘metrobus’ (autocarros elétricos) a baixa ao complexo de saúde da cidade, no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).

“Chegar ao dia de hoje, que é histórico, resulta essencialmente de termos 30 anos de atividade”, frisou o presidente da Câmara aos jornalistas, no final da sessão de Câmara, salientando que “finalmente vemos a luz ao fundo do túnel”.

Manuel Machado destacou o facto de ter sido possível projetar o ‘metrobus’ a atravessar o coração da cidade “respeitando o património mundial e as suas classificações, com todas estas condicionantes que tiveram algumas dificuldades em serem resolvidas”.

O município de Coimbra aprovou hoje o projeto de execução da Linha do Hospital, que vai ligar em ‘metrobus’ (autocarros elétricos) a baixa ao complexo de saúde da cidade, no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).

“Chegar ao dia de hoje, que é histórico, resulta essencialmente de termos 30 anos de atividade”, frisou o presidente da Câmara aos jornalistas, no final da sessão de Câmara, salientando que “finalmente vemos a luz ao fundo do túnel”.

Manuel Machado destacou o facto de ter sido possível projetar o ‘metrobus’ a atravessar o coração da cidade “respeitando o património mundial e as suas classificações, com todas estas condicionantes que tiveram algumas dificuldades em serem resolvidas”.

“Hoje, damos um passo importante para concretizar o ‘metrobus’, também conhecido por metro Mondego, em estruturas de circulação compagináveis com os movimentos pendulares que foram estudados”, disse.

Para o autarca, a decisão de hoje “é um passo notável para a concretização do Metro Mondego”.

O projeto de execução foi aprovado por maioria, com os votos contra dos dois vereadores do movimento Somos Coimbra, que apontou deficiências ao projeto, e da abstenção do vereador único da CDU.

O SMM “consiste na implementação de um ‘metrobus’, utilizando veículos elétricos a baterias que irão operar no antigo ramal ferroviário da Lousã e na área urbana de Coimbra”, ligando esta cidade a Serpins, no concelho da Lousã, com passagem em Miranda do Corvo, numa extensão de 42 quilómetros.

Das quatro empreitadas que integram o projeto do SMM, está em curso a obra do troço entre Serpins, na Lousã, e o Alto de São João, em Coimbra, e a abertura da Via Central, no espaço urbano da baixa da cidade.

Decorre também o concurso da empreitada do troço Alto de São João – Portagem (Coimbra).

A Linha do Hospital faz ligação direta da Baixa da cidade e da Linha da Lousã aos Hospitais da Universidade de Coimbra, Instituto Português de Oncologia e Hospital Pediátrico.

A Comissão Europeia aprovou a contribuição financeira de 60 milhões de euros que estava prevista para fazer avançar o SMM, anunciou no dia 15 de janeiro o Governo.

“A esta aprovação corresponde a atribuição de um apoio do Fundo de Coesão no valor de 60 milhões de euros e um investimento elegível total no montante de mais de 89 milhões de euros”, informou, nesse dia, o gabinete do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

O município de Coimbra aprovou hoje o projeto de execução da Linha do Hospital, que vai ligar em ‘metrobus’ (autocarros elétricos) a baixa ao complexo de saúde da cidade, no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).

“Chegar ao dia de hoje, que é histórico, resulta essencialmente de termos 30 anos de atividade”, frisou o presidente da Câmara aos jornalistas, no final da sessão de Câmara, salientando que “finalmente vemos a luz ao fundo do túnel”.

Manuel Machado destacou o facto de ter sido possível projetar o ‘metrobus’ a atravessar o coração da cidade “respeitando o património mundial e as suas classificações, com todas estas condicionantes que tiveram algumas dificuldades em serem resolvidas”.

“Hoje, damos um passo importante para concretizar o ‘metrobus’, também conhecido por metro Mondego, em estruturas de circulação compagináveis com os movimentos pendulares que foram estudados”, disse.

Para o autarca, a decisão de hoje “é um passo notável para a concretização do Metro Mondego”.

O projeto de execução foi aprovado por maioria, com os votos contra dos dois vereadores do movimento Somos Coimbra, que apontou deficiências ao projeto, e da abstenção do vereador único da CDU.

O SMM “consiste na implementação de um ‘metrobus’, utilizando veículos elétricos a baterias que irão operar no antigo ramal ferroviário da Lousã e na área urbana de Coimbra”, ligando esta cidade a Serpins, no concelho da Lousã, com passagem em Miranda do Corvo, numa extensão de 42 quilómetros.

Das quatro empreitadas que integram o projeto do SMM, está em curso a obra do troço entre Serpins, na Lousã, e o Alto de São João, em Coimbra, e a abertura da Via Central, no espaço urbano da baixa da cidade.

Decorre também o concurso da empreitada do troço Alto de São João – Portagem (Coimbra).

A Linha do Hospital faz ligação direta da Baixa da cidade e da Linha da Lousã aos Hospitais da Universidade de Coimbra, Instituto Português de Oncologia e Hospital Pediátrico.

A Comissão Europeia aprovou a contribuição financeira de 60 milhões de euros que estava prevista para fazer avançar o SMM, anunciou no dia 15 de janeiro o Governo.

“A esta aprovação corresponde a atribuição de um apoio do Fundo de Coesão no valor de 60 milhões de euros e um investimento elegível total no montante de mais de 89 milhões de euros”, informou, nesse dia, o gabinete do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

A comparticipação da União Europeia é concretizada através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

Os concursos das empreitadas dos restantes troços (Portagem – Coimbra B e Linha do Hospital) serão lançados durante 2021″, adiantou também, em janeiro, o gabinete de Pedro Nuno Santos.

A Comissão Política Concelhia do PS considerou a aprovação do projeto de execução da Linha do Hospital como um “dia histórico em Coimbra para a mobilidade sustentável”, considerando que esta linha “é essencial para a sustentabilidade do projeto” do SMM.

“Este é mais um desbloqueio fundamental, mais um passo dado, rumo à execução total deste investimento estruturante para a região”, refere a estrutura socialista, em comunicado.

fonte: noticias de coimbra