Mau tempo: Zona urbana de Soure inundada e sem registo de danos relevantes

41

A zona urbana de Soure está hoje inundada, devido à chuva intensa que caiu no sábado e à subida do nível das águas dos rios, disse hoje à agência Lusa o presidente da câmara, referindo não existir danos de maior.

Segundo Mário Jorge Nunes, o Parque da Várzea, uma área de lazer onde se realizam feiras e que inclui parque infantil e campo de jogos, está submerso devido à subida do nível das águas dos rios Arunca e Anços.

O autarca esclareceu que o edifício da Segurança Social ficou inacessível, mas não há estabelecimentos com danos.

“É um cenário na vila que é normal, as pessoas estavam avisadas e preparadas. É um ‘postal’ de inverno que não foi excecional”, afirmou Mário Jorge Nunes, adiantando que o “vale do Arunca está coberto de água, mas não há animais em perigo, não havendo nas explorações agrícolas depósito de bens com valor significativo”.

“A situação está controlada”, assegurou à Lusa o presidente do Município de Soure, no distrito de Coimbra.

Já noutra parte da vila, “ocorreram durante a tarde e a noite de sábado devido à chuva muito intensa perturbações na recolha das águas pluviais e no sistema de saneamento básico”, cuja resolução está em curso durante a tarde de hoje, explicou Mário Jorge Nunes.

De acordo com o autarca, “num conjunto de prédios, com 42 frações, as garagens foram afetadas, tendo-se registado inundações”, mas a água não terá ultrapassado os 10 centímetros de altura, e “sem danos de maior”.

Mário Jorge Nunes acrescentou que, na localidade de Casalinhos, agravou-se a situação de um deslizamento de terras, que está a afetar a estrada que liga a zona poente e a zona industrial ao sul da freguesia de Soure e ao concelho de Pombal, já no distrito de Leiria.

“Este fenómeno terá começado no dia 10, num sinal de que qualquer coisa estava a acontecer de mais grave no subsolo, mas a situação agravou-se nos últimos cinco dias”, declarou, adiantando que, na sexta-feira, foi interrompida a circulação nesta estrada municipal.

A zona urbana de Soure está hoje inundada, devido à chuva intensa que caiu no sábado e à subida do nível das águas dos rios, disse hoje à agência Lusa o presidente da câmara, referindo não existir danos de maior.

Segundo Mário Jorge Nunes, o Parque da Várzea, uma área de lazer onde se realizam feiras e que inclui parque infantil e campo de jogos, está submerso devido à subida do nível das águas dos rios Arunca e Anços.

O autarca esclareceu que o edifício da Segurança Social ficou inacessível, mas não há estabelecimentos com danos.

“É um cenário na vila que é normal, as pessoas estavam avisadas e preparadas. É um ‘postal’ de inverno que não foi excecional”, afirmou Mário Jorge Nunes, adiantando que o “vale do Arunca está coberto de água, mas não há animais em perigo, não havendo nas explorações agrícolas depósito de bens com valor significativo”.

“A situação está controlada”, assegurou à Lusa o presidente do Município de Soure, no distrito de Coimbra.

Já noutra parte da vila, “ocorreram durante a tarde e a noite de sábado devido à chuva muito intensa perturbações na recolha das águas pluviais e no sistema de saneamento básico”, cuja resolução está em curso durante a tarde de hoje, explicou Mário Jorge Nunes.

De acordo com o autarca, “num conjunto de prédios, com 42 frações, as garagens foram afetadas, tendo-se registado inundações”, mas a água não terá ultrapassado os 10 centímetros de altura, e “sem danos de maior”.

Mário Jorge Nunes acrescentou que, na localidade de Casalinhos, agravou-se a situação de um deslizamento de terras, que está a afetar a estrada que liga a zona poente e a zona industrial ao sul da freguesia de Soure e ao concelho de Pombal, já no distrito de Leiria.

“Este fenómeno terá começado no dia 10, num sinal de que qualquer coisa estava a acontecer de mais grave no subsolo, mas a situação agravou-se nos últimos cinco dias”, declarou, adiantando que, na sexta-feira, foi interrompida a circulação nesta estrada municipal.

“Encomendámos um estudo e está a ser feita a monitorização. Tínhamos começado uma intervenção paliativa, mas tivemos de a suspender porque não se pode intervir no terreno, pois iria agravar a situação, de acordo com os técnicos”, esclareceu.

O presidente da câmara disse ainda que “a vivenda que está a montante desse deslizamento parece aos peritos que está assente numa plataforma de materiais rochosos, pelo que não oferecerá perigo para quem lá vive”.

Mário Jorge Nunes explicou que nesta estrada passava uma conduta adutora que abastecia de água cerca de 1.200 pessoas.

A zona urbana de Soure está hoje inundada, devido à chuva intensa que caiu no sábado e à subida do nível das águas dos rios, disse hoje à agência Lusa o presidente da câmara, referindo não existir danos de maior.

Segundo Mário Jorge Nunes, o Parque da Várzea, uma área de lazer onde se realizam feiras e que inclui parque infantil e campo de jogos, está submerso devido à subida do nível das águas dos rios Arunca e Anços.

O autarca esclareceu que o edifício da Segurança Social ficou inacessível, mas não há estabelecimentos com danos.

“É um cenário na vila que é normal, as pessoas estavam avisadas e preparadas. É um ‘postal’ de inverno que não foi excecional”, afirmou Mário Jorge Nunes, adiantando que o “vale do Arunca está coberto de água, mas não há animais em perigo, não havendo nas explorações agrícolas depósito de bens com valor significativo”.

“A situação está controlada”, assegurou à Lusa o presidente do Município de Soure, no distrito de Coimbra.

Já noutra parte da vila, “ocorreram durante a tarde e a noite de sábado devido à chuva muito intensa perturbações na recolha das águas pluviais e no sistema de saneamento básico”, cuja resolução está em curso durante a tarde de hoje, explicou Mário Jorge Nunes.

De acordo com o autarca, “num conjunto de prédios, com 42 frações, as garagens foram afetadas, tendo-se registado inundações”, mas a água não terá ultrapassado os 10 centímetros de altura, e “sem danos de maior”.

Mário Jorge Nunes acrescentou que, na localidade de Casalinhos, agravou-se a situação de um deslizamento de terras, que está a afetar a estrada que liga a zona poente e a zona industrial ao sul da freguesia de Soure e ao concelho de Pombal, já no distrito de Leiria.

“Este fenómeno terá começado no dia 10, num sinal de que qualquer coisa estava a acontecer de mais grave no subsolo, mas a situação agravou-se nos últimos cinco dias”, declarou, adiantando que, na sexta-feira, foi interrompida a circulação nesta estrada municipal.

“Encomendámos um estudo e está a ser feita a monitorização. Tínhamos começado uma intervenção paliativa, mas tivemos de a suspender porque não se pode intervir no terreno, pois iria agravar a situação, de acordo com os técnicos”, esclareceu.

O presidente da câmara disse ainda que “a vivenda que está a montante desse deslizamento parece aos peritos que está assente numa plataforma de materiais rochosos, pelo que não oferecerá perigo para quem lá vive”.

Mário Jorge Nunes explicou que nesta estrada passava uma conduta adutora que abastecia de água cerca de 1.200 pessoas.

“Suspendemos o abastecimento por esta via e criámos um ‘bypass’”, sendo que, com este desvio, não está em causa o abastecimento de água na zona sul da freguesia de Soure, garantiu.

A Proteção Civil registou 828 ocorrências relacionadas com o mau tempo, no sábado, desde inundações a quedas de árvores e estruturas, sendo que metade das situações ocorreu no distrito de Lisboa.

“Entre as 8:00 e as 23:59 de sábado registámos 828 ocorrências”, disse à Lusa Paulo Santos, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Segundo o oficial de operações, a maioria das situações estavam relacionadas com inundações, quedas de árvores e quedas de estruturas.

Mas também “houve situações em que foi necessário fazer limpeza de vias”, acrescentou o responsável da ANEPC, sublinhando que se registaram “41 movimentos de massas”, ou seja, deslizamentos de terras.

Os distritos mais afetados no sábado foram Lisboa, Leiria, Setúbal, com “Lisboa a registar 53% ocorrências nacionais”.

Ainda segundo Paulo Santos, “o grosso das ocorrências ocorreu no dia de ontem, em especial ao final da tarde”, sendo que hoje a situação está mais calma.

(Imagem Rádio Popular de Soure)

fonte: noticias de coimbra