Papa Francisco alerta para o perigo da mediocridade

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El papa Francisco toca su crucifijo mientras lo conducen a través de la multitud durante su audiencia general inaugural, en la Plaza de San Pedro, en el Vaticano, el miércoles 27 de marzo de 2013. Francisco pidió el miércoles que se ponga fin a la violencia y los saqueos relacionados con el golpe de estado del fin de semana en la República Centroafricana, en su primera apelación de ese tipo por la paz desde que se convirtió en papa. (AP foto/Andrew Medichini)

O Papa Francisco celebrou hoje missa com os novos cardeais nomeados no sábado e alertou-os para os perigos da mediocridade dos que se preocupam “apenas em ter uma vida tranquila”.

Durante a sua homília, o Papa perguntou: “E se eles nos esperam no céu, porquê viver com pretensões terrenas? Porquê preocupar-se em ganhar um pouco de dinheiro, fama, sucesso e todas as coisas efémeras? Porquê perder tempo a reclamar da noite enquanto a luz do dia nos espera?”.

Comentando a traição dos apóstolos a Jesus depois da sua morte, o Papa advertiu que “existe um sonho perigoso, o sonho da mediocridade”.

Sem impulsos de amor a Deus, sem esperar pela sua novidade, as pessoas tornam-se “medíocres, mornas, mundanas e isso corrói a fé porque a fé é o oposto da mediocridade”, vincou.

A missa voltou hoje, como durante o consistório de sábado, a ser uma cerimónia marcada pela pandemia de covid-19 com apenas cerca de 100 fiéis, familiares e parentes dos novos cardeais.

Entre os 13 novos cardeais estavam o arcebispo de Santiago do Chile, o espanhol Celestino Aós, o bispo emérito de San Cristóbal de las Casas (México) e o mexicano Felipe Arizmedi Esquivel.

Devido à pandemia, dois cardeais não puderam chegar a Roma, nomeadamente Cornelius Sim, vigário apostólico de Brunei e José F. Advincula, arcebispo de Capiz (Filipinas).

fonte: noticias de coimbra